sábado, 11 de fevereiro de 2012

NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE

Boa tarde, amados e tão especiais leitores!

Começo a escrever, e sinto em meu peito a emoção do tempo que atualizava constantemente este Blog. Atualmente, não consigo mais ser o poeta que já fui, minha mente "deu um tempo" as inspirações para dedicar-se aos estudos e ao trabalho.

Baseando-me nesta minha nova rotina, fiz o poema abaixo:

NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE

Não estou mais tão íntimo de mim mesmo,
Não faço mais poesias como antigamente,
Daquelas intrínsecas e que revelam os meus passos.

A cada estação do ano,
Mudam os planos, as pessoas, a vida...!
Do verão para o outono,
Eu mudei depois que retornei para a lida.

Não tempo para jantar, dormir, conversar...
Minha vida é trabalhar, estudar...
Nem sei mais quem sou, quem são os meus!
Vivo apenas com a expectativa de um futuro melhor
O qual não sei se existirá.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ - FELIZ 2012


Bom dia!







Existem pessoas com muitos bens materiais, porém estressadas, infelizes...
Outras com poucos estão realizadas, felizes...
É assim vida a intrínseca de cada uma.

Algumas já estão saturadas de tantos e-mails com mensagens afetivas.
Outras apenas desejam carinho uma vez no ano, e não têm.
São assim mesmo os avessos deste mundo.

Nas ruas das metrópoles e nas grandes empresas
A maior parte é composta por seres egoístas, consumistas...
Que não sabem o significado precípuo da confraternização do Natal e do Ano Novo.
É assim infelizmente a realidade da humanidade capitalista.

O fim pode está próximo ou distante. Não sabemos!
Vamos aproveitar este momento tão ínfimo se for comparado à 365 dias
Para lembrarmos dos nossos colegas, amigos e familiares,
Aproveitando a presença física de cada um
Como se fosse a última vez.










Feliz 2012, meus queridos leitores!

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Amor e o Capitalismo.




O amor está atualmente, banalizado entre os solteiros e plenamente enfraquecido nos relacionamentos conjugais, situação gerada pela falta de confiança entre os casais e da entrega total na relação. Também vale ressaltar, a ascensão do capital humano e a condição independente que os indivíduos conseguiram ao longo dos anos.

Em qualquer esquina que se ande, é fácil deparar-se com pessoas bem- sucedidas financeiramente, porém infelizes no amor. Isto se deve, por causa da preocupação demasiada que estas pessoas têm em conquistar o seu espaço na sociedade capitalista e priorizar mais o trabalho e os estudos, à um passeio no parque ou um jantar romântico com o seu cônjuge.

Outrora, o sonho principal de uma mulher era o casamento; do homem, encontrar uma moça pura, a qual pudesse ser a sua esposa e mãe dos seus filhos. Com o decorrer das décadas, os fatos mudaram. Agora, o desejo essencial é o carro novo ou viajar pelo exterior. Namorar, noivar e casar são palavras que estão erradicadas do vocabulário da maioria dos jovens e de muitas pessoas maduras.

Infelizmente, o capitalismo não é mais usado como se deveria: trabalho para sustento da família e das necessidades individuais. O que se vê, é trabalho em prol do crescimento egoísta, fato comprovado nos trânsitos das metrópoles, onde é notória a presença de diversos executivos jovens e solteiros, mas estressados, soberbos, alucinados pela carreira profissional, e sem a perspectiva de chegar em casa ao final do dia e ter um ombro amigo ou um abraço apertado de alguém íntimo.

Futuramente, sem sombra de dúvida, a palavra amor não estará mais enfraquecida na sociedade capitalista, ela estará desarraigada do vocabulário humano, onde a palavra capitalismo vem antes da palavra amor.

Texto de Alexandre Moreira
22/11/2011

sábado, 19 de novembro de 2011

VOCÊ LEMBRA?

Boa tarde, amados leitores!

Abaixo, mais um poema para vocês:



 











Quanto tempo passou
Que o seu amor se machucou.
Minha menina esqueça tudo!
Volta pra mim, vamos ser feliz!

Lembra de outrora, onde os pássaros cantavam para nós?
A água da cachoeira nos banhava?
O sertão nos fascinava?

Lembra dos beijos, encantos?
Dos sorrisos, dos toques calorosos...?
Lembra?
Você lembra...?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Consumidor (Peça de Teatro - Homenagem ao Professor balbino).

Bom dia, meus queridos leitores!

No último sábado (05/11/2011), nós alunos do 1º módulo de Técnico em Contabilidade da ETEC JARDIM ÂNGELA realizamos uma peça de teatro de comédia mesclada com romance sobre os “Direitos do Consumidor”. O enredo e atuação foram feitos por nós, sendo coordenado pelo melhor professor que já vi na vida, Flávio Balbino.
Sem demagogia, a opinião sobre o profissionalismo, o companheirismo, a humildade e o dinamismo do Balbino, é unânime pelos alunos da ETEC. Muitas vezes nesta terra, falamos com tanta autonomia acerca dos defeitos alheios, porém sobre as qualidades, ignoramos ou fingimos não percebê-las em nossos irmãos.
Saiba professor, que em você nós alunos enxergamos muitas qualidades, o que somos hoje e o que seremos amanhã, é o resultado do seu trabalho eficaz conosco.

Parabéns aos meus amigos de classe e ao nosso excelente professor, que passou por um grave acidente esta semana.

Que Deus o abençoe em sua recuperação!

“Pessoas boas passam por ínfimo sofrimento para melhorarem mais suas virtudes”.

Com certeza “teacher”, este susto que você passou no acidente, só o ajudará a refletir sobre o que mais necessita aprimorar em você.

Amigos e leitores, abaixo postarei um poema singelo que recitei no decorrer da peça. Foi simples, porque foi feito de última hora, porém se tornou engraçado na hora da apresentação.

Espero que gostem!














O consumidor merece respeito, mesmo sendo leigo.
O consumidor nem sempre tem razão,
Porém em todos os momentos tem que receber digna atenção.

O “consumidor de peito”
Reivindica os seus direitos.
O consumidor esperto
Não compra produtos abertos ou com defeitos.

O consumidor é você! Sou eu!
Juntos, somos os responsáveis pela economia do país.
Sendo assim,
Merecemos o que há de melhor a consumir por aí.

Um forte abraço!

domingo, 23 de outubro de 2011

LUDIBRIAR A SI PRÓPRIO.

Boa noite, leitores!

Abaixo, mais um poema feito com muito carinho para vocês:


Viagens, aventuras conjugadas com lances,
Não faz alguém apagar da memória,
Um amor intenso que criou história
Na simplicidade de ínfimos instantes.

O rosto engana, mas o olhar revela.
As palavras despistam, mas o coração entrega.
Ludibriar a si próprio,
É pior que arrepender-se de outrora.

A falta de coragem e apetite
Fazem dois corações alegres viverem tristes
E levarem a vida como se o amor não mais existisse.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PARTIDA

Boa noite, amados leitores!
Que saudade do meu Blog!!!

Abaixo, postarei um poema que fiz durante o intervalo do meu curso de contabilidade.

Espero que gostem!

"Cada leitor e seguidor do meu blog é especial para mim, serei grato a vocês eternamente"!!!

















Sua partida repentina
Comoveu a minha vida;
Sua imagem me aparece
Enquanto o Sol adormece.

Os dias passam...
Muitos já te esqueceram,
Mas em mim,
O dia do seu adeus é presente.

Lágrimas descem em meu rosto,
E continuarão por muito tempo.
Viver na terra sem você:
É melancolia, é agonia...
É vida sem fantasia, alegria...
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