segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

HOMENAGEM AO TIO VALDEMAR















Bate em meu peito uma saudade
Do tempo que escutava suas piadas,
Histórias tão engraçadas.

Bate em mim uma saudade
Ao lembrar da sua alegria diante da dor,
Sua persistência e fé em Nosso Senhor.

Saudade, mais que saudade
Dos tempos felizes e também dos tristes.
Tio Waldemar, espere-nos em paz
Até o dia que todos nós iremos lhe encontrar.

Não posso mais lhe ter tão perto de mim,
Não posso mais pedir sua bênção protetora,
Não posso mais sentir sua companhia animadora.

Não posso mais ter o meu tio aqui
Vivendo com a minha família todos os dias,
Com seu jeito de ser vendendo harmonia.

Saudade, mais que saudade
Dos tempos felizes e também dos tristes.
Tio Waldemar, espere-nos em paz
Até o dia que todos nós iremos lhe encontrar.















Que Deus ilumine a sua alma, meu tio!

Sentiremos eterna saudade...















Vejam também a minha homenagem escrita há 8 meses para o meu tio Moisés: HOMENAGEM AO TIO MOISÉS.

ABRAÇOS, MEUS QUERIDOS LEITORES!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE

Boa tarde, amados e tão especiais leitores!

Começo a escrever, e sinto em meu peito a emoção do tempo que atualizava constantemente este Blog. Atualmente, não consigo mais ser o poeta que já fui, minha mente "deu um tempo" as inspirações para dedicar-se aos estudos e ao trabalho.

Baseando-me nesta minha nova rotina, fiz o poema abaixo:

NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE

Não estou mais tão íntimo de mim mesmo,
Não faço mais poesias como antigamente,
Daquelas intrínsecas e que revelam os meus passos.

A cada estação do ano,
Mudam os planos, as pessoas, a vida...!
Do verão para o outono,
Eu mudei depois que retornei para a lida.

Não tempo para jantar, dormir, conversar...
Minha vida é trabalhar, estudar...
Nem sei mais quem sou, quem são os meus!
Vivo apenas com a expectativa de um futuro melhor
O qual não sei se existirá.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ - FELIZ 2012


Bom dia!







Existem pessoas com muitos bens materiais, porém estressadas, infelizes...
Outras com poucos estão realizadas, felizes...
É assim vida a intrínseca de cada uma.

Algumas já estão saturadas de tantos e-mails com mensagens afetivas.
Outras apenas desejam carinho uma vez no ano, e não têm.
São assim mesmo os avessos deste mundo.

Nas ruas das metrópoles e nas grandes empresas
A maior parte é composta por seres egoístas, consumistas...
Que não sabem o significado precípuo da confraternização do Natal e do Ano Novo.
É assim infelizmente a realidade da humanidade capitalista.

O fim pode está próximo ou distante. Não sabemos!
Vamos aproveitar este momento tão ínfimo se for comparado à 365 dias
Para lembrarmos dos nossos colegas, amigos e familiares,
Aproveitando a presença física de cada um
Como se fosse a última vez.










Feliz 2012, meus queridos leitores!

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Amor e o Capitalismo.




O amor está atualmente, banalizado entre os solteiros e plenamente enfraquecido nos relacionamentos conjugais, situação gerada pela falta de confiança entre os casais e da entrega total na relação. Também vale ressaltar, a ascensão do capital humano e a condição independente que os indivíduos conseguiram ao longo dos anos.

Em qualquer esquina que se ande, é fácil deparar-se com pessoas bem- sucedidas financeiramente, porém infelizes no amor. Isto se deve, por causa da preocupação demasiada que estas pessoas têm em conquistar o seu espaço na sociedade capitalista e priorizar mais o trabalho e os estudos, à um passeio no parque ou um jantar romântico com o seu cônjuge.

Outrora, o sonho principal de uma mulher era o casamento; do homem, encontrar uma moça pura, a qual pudesse ser a sua esposa e mãe dos seus filhos. Com o decorrer das décadas, os fatos mudaram. Agora, o desejo essencial é o carro novo ou viajar pelo exterior. Namorar, noivar e casar são palavras que estão erradicadas do vocabulário da maioria dos jovens e de muitas pessoas maduras.

Infelizmente, o capitalismo não é mais usado como se deveria: trabalho para sustento da família e das necessidades individuais. O que se vê, é trabalho em prol do crescimento egoísta, fato comprovado nos trânsitos das metrópoles, onde é notória a presença de diversos executivos jovens e solteiros, mas estressados, soberbos, alucinados pela carreira profissional, e sem a perspectiva de chegar em casa ao final do dia e ter um ombro amigo ou um abraço apertado de alguém íntimo.

Futuramente, sem sombra de dúvida, a palavra amor não estará mais enfraquecida na sociedade capitalista, ela estará desarraigada do vocabulário humano, onde a palavra capitalismo vem antes da palavra amor.

Texto de Alexandre Moreira
22/11/2011

sábado, 19 de novembro de 2011

VOCÊ LEMBRA?

Boa tarde, amados leitores!

Abaixo, mais um poema para vocês:



 











Quanto tempo passou
Que o seu amor se machucou.
Minha menina esqueça tudo!
Volta pra mim, vamos ser feliz!

Lembra de outrora, onde os pássaros cantavam para nós?
A água da cachoeira nos banhava?
O sertão nos fascinava?

Lembra dos beijos, encantos?
Dos sorrisos, dos toques calorosos...?
Lembra?
Você lembra...?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Consumidor (Peça de Teatro - Homenagem ao Professor balbino).

Bom dia, meus queridos leitores!

No último sábado (05/11/2011), nós alunos do 1º módulo de Técnico em Contabilidade da ETEC JARDIM ÂNGELA realizamos uma peça de teatro de comédia mesclada com romance sobre os “Direitos do Consumidor”. O enredo e atuação foram feitos por nós, sendo coordenado pelo melhor professor que já vi na vida, Flávio Balbino.
Sem demagogia, a opinião sobre o profissionalismo, o companheirismo, a humildade e o dinamismo do Balbino, é unânime pelos alunos da ETEC. Muitas vezes nesta terra, falamos com tanta autonomia acerca dos defeitos alheios, porém sobre as qualidades, ignoramos ou fingimos não percebê-las em nossos irmãos.
Saiba professor, que em você nós alunos enxergamos muitas qualidades, o que somos hoje e o que seremos amanhã, é o resultado do seu trabalho eficaz conosco.

Parabéns aos meus amigos de classe e ao nosso excelente professor, que passou por um grave acidente esta semana.

Que Deus o abençoe em sua recuperação!

“Pessoas boas passam por ínfimo sofrimento para melhorarem mais suas virtudes”.

Com certeza “teacher”, este susto que você passou no acidente, só o ajudará a refletir sobre o que mais necessita aprimorar em você.

Amigos e leitores, abaixo postarei um poema singelo que recitei no decorrer da peça. Foi simples, porque foi feito de última hora, porém se tornou engraçado na hora da apresentação.

Espero que gostem!














O consumidor merece respeito, mesmo sendo leigo.
O consumidor nem sempre tem razão,
Porém em todos os momentos tem que receber digna atenção.

O “consumidor de peito”
Reivindica os seus direitos.
O consumidor esperto
Não compra produtos abertos ou com defeitos.

O consumidor é você! Sou eu!
Juntos, somos os responsáveis pela economia do país.
Sendo assim,
Merecemos o que há de melhor a consumir por aí.

Um forte abraço!

domingo, 23 de outubro de 2011

LUDIBRIAR A SI PRÓPRIO.

Boa noite, leitores!

Abaixo, mais um poema feito com muito carinho para vocês:


Viagens, aventuras conjugadas com lances,
Não faz alguém apagar da memória,
Um amor intenso que criou história
Na simplicidade de ínfimos instantes.

O rosto engana, mas o olhar revela.
As palavras despistam, mas o coração entrega.
Ludibriar a si próprio,
É pior que arrepender-se de outrora.

A falta de coragem e apetite
Fazem dois corações alegres viverem tristes
E levarem a vida como se o amor não mais existisse.
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