segunda-feira, 26 de março de 2012
PRECISO FALAR DO NOSSO AMOR
Preciso falar do nosso amor,
Falar de nós dois,
Não posso deixar para depois.
Falar da nossa história iniciada em Jesus,
Dos nossos corações que vencem os empecilhos do destino
Até encontrarem a vida repleta de luz.
Fomos feitos um para o outro,
Igual o amor para a poesia,
Somos tudo o que possui sintonia.
Nossas qualidades vencem os defeitos
Fazendo de nós um casal quase perfeito.
Como me faz feliz ter sido o seu eleito!
Alexandre Moreira.
sábado, 3 de março de 2012
UM TEMPO
Boa noite, amados leitores!
O poema abaixo condiz plenamente com que estou vivendo. Saibam que a dor traz boas recompensas, quando temos o discernimento para saber o que ela quer nos ensinar através do sofrimento.
Na face desta fase
Vejo uma esperança.
Diante da dor me torno a ser criança.
Uma pausa para o “mundo”
É um reinício de uma vida,
Renova as energias para retornar a lida.
Tempo, para pensar...
Tempo, para se restaurar...
Um tempo...
O poema abaixo condiz plenamente com que estou vivendo. Saibam que a dor traz boas recompensas, quando temos o discernimento para saber o que ela quer nos ensinar através do sofrimento.
Na face desta fase
Vejo uma esperança.
Diante da dor me torno a ser criança.
Uma pausa para o “mundo”
É um reinício de uma vida,
Renova as energias para retornar a lida.
Tempo, para pensar...
Tempo, para se restaurar...
Um tempo...
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
HOMENAGEM AO TIO VALDEMAR
Bate em meu peito uma saudade
Do tempo que escutava suas piadas,
Histórias tão engraçadas.
Bate em mim uma saudade
Ao lembrar da sua alegria diante da dor,
Sua persistência e fé em Nosso Senhor.
Saudade, mais que saudade
Dos tempos felizes e também dos tristes.
Tio Waldemar, espere-nos em paz
Até o dia que todos nós iremos lhe encontrar.
Não posso mais lhe ter tão perto de mim,
Não posso mais pedir sua bênção protetora,
Não posso mais sentir sua companhia animadora.
Não posso mais ter o meu tio aqui
Vivendo com a minha família todos os dias,
Com seu jeito de ser vendendo harmonia.
Saudade, mais que saudade
Dos tempos felizes e também dos tristes.
Tio Waldemar, espere-nos em paz
Até o dia que todos nós iremos lhe encontrar.
Que Deus ilumine a sua alma, meu tio!
Sentiremos eterna saudade...
Vejam também a minha homenagem escrita há 8 meses para o meu tio Moisés: HOMENAGEM AO TIO MOISÉS.
ABRAÇOS, MEUS QUERIDOS LEITORES!
sábado, 11 de fevereiro de 2012
NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE
Boa tarde, amados e tão especiais leitores!
Começo a escrever, e sinto em meu peito a emoção do tempo que atualizava constantemente este Blog. Atualmente, não consigo mais ser o poeta que já fui, minha mente "deu um tempo" as inspirações para dedicar-se aos estudos e ao trabalho.
Baseando-me nesta minha nova rotina, fiz o poema abaixo:
NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE
Não estou mais tão íntimo de mim mesmo,
Não faço mais poesias como antigamente,
Daquelas intrínsecas e que revelam os meus passos.
A cada estação do ano,
Mudam os planos, as pessoas, a vida...!
Do verão para o outono,
Eu mudei depois que retornei para a lida.
Não tempo para jantar, dormir, conversar...
Minha vida é trabalhar, estudar...
Nem sei mais quem sou, quem são os meus!
Vivo apenas com a expectativa de um futuro melhor
O qual não sei se existirá.
Começo a escrever, e sinto em meu peito a emoção do tempo que atualizava constantemente este Blog. Atualmente, não consigo mais ser o poeta que já fui, minha mente "deu um tempo" as inspirações para dedicar-se aos estudos e ao trabalho.
Baseando-me nesta minha nova rotina, fiz o poema abaixo:
NÃO FAÇO MAIS POESIAS COMO ANTIGAMENTE
Não estou mais tão íntimo de mim mesmo,
Não faço mais poesias como antigamente,
Daquelas intrínsecas e que revelam os meus passos.
A cada estação do ano,
Mudam os planos, as pessoas, a vida...!
Do verão para o outono,
Eu mudei depois que retornei para a lida.
Não tempo para jantar, dormir, conversar...
Minha vida é trabalhar, estudar...
Nem sei mais quem sou, quem são os meus!
Vivo apenas com a expectativa de um futuro melhor
O qual não sei se existirá.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ - FELIZ 2012
Bom dia!
Existem pessoas com muitos bens materiais, porém estressadas, infelizes...
Outras com poucos estão realizadas, felizes...
É assim vida a intrínseca de cada uma.
Algumas já estão saturadas de tantos e-mails com mensagens afetivas.
Outras apenas desejam carinho uma vez no ano, e não têm.
São assim mesmo os avessos deste mundo.
Nas ruas das metrópoles e nas grandes empresas
A maior parte é composta por seres egoístas, consumistas...
Que não sabem o significado precípuo da confraternização do Natal e do Ano Novo.
É assim infelizmente a realidade da humanidade capitalista.
O fim pode está próximo ou distante. Não sabemos!
Vamos aproveitar este momento tão ínfimo se for comparado à 365 dias
Para lembrarmos dos nossos colegas, amigos e familiares,
Aproveitando a presença física de cada um
Como se fosse a última vez.
Feliz 2012, meus queridos leitores!
sábado, 3 de dezembro de 2011
O Amor e o Capitalismo.
O amor está atualmente, banalizado entre os solteiros e plenamente enfraquecido nos relacionamentos conjugais, situação gerada pela falta de confiança entre os casais e da entrega total na relação. Também vale ressaltar, a ascensão do capital humano e a condição independente que os indivíduos conseguiram ao longo dos anos.
Em qualquer esquina que se ande, é fácil deparar-se com pessoas bem- sucedidas financeiramente, porém infelizes no amor. Isto se deve, por causa da preocupação demasiada que estas pessoas têm em conquistar o seu espaço na sociedade capitalista e priorizar mais o trabalho e os estudos, à um passeio no parque ou um jantar romântico com o seu cônjuge.
Outrora, o sonho principal de uma mulher era o casamento; do homem, encontrar uma moça pura, a qual pudesse ser a sua esposa e mãe dos seus filhos. Com o decorrer das décadas, os fatos mudaram. Agora, o desejo essencial é o carro novo ou viajar pelo exterior. Namorar, noivar e casar são palavras que estão erradicadas do vocabulário da maioria dos jovens e de muitas pessoas maduras.
Infelizmente, o capitalismo não é mais usado como se deveria: trabalho para sustento da família e das necessidades individuais. O que se vê, é trabalho em prol do crescimento egoísta, fato comprovado nos trânsitos das metrópoles, onde é notória a presença de diversos executivos jovens e solteiros, mas estressados, soberbos, alucinados pela carreira profissional, e sem a perspectiva de chegar em casa ao final do dia e ter um ombro amigo ou um abraço apertado de alguém íntimo.
Futuramente, sem sombra de dúvida, a palavra amor não estará mais enfraquecida na sociedade capitalista, ela estará desarraigada do vocabulário humano, onde a palavra capitalismo vem antes da palavra amor.
Texto de Alexandre Moreira
22/11/2011
sábado, 19 de novembro de 2011
VOCÊ LEMBRA?
Boa tarde, amados leitores!
Abaixo, mais um poema para vocês:
Quanto tempo passou
Que o seu amor se machucou.
Minha menina esqueça tudo!
Volta pra mim, vamos ser feliz!
Lembra de outrora, onde os pássaros cantavam para nós?
A água da cachoeira nos banhava?
O sertão nos fascinava?
Lembra dos beijos, encantos?
Dos sorrisos, dos toques calorosos...?
Lembra?
Você lembra...?
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